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Ponto de Parada: exames ocupacionais e passivo trabalhista no centro da discussão

Ponto de Parada: exames ocupacionais e passivo trabalhista no centro da discussão

Menos de um mês após sua estreia – em 30 de janeiro, com o tema Saúde Mental no Transporte: Onde Começa o Risco Jurídico do Empregador?” –, na sexta-feira, 27 de fevereiro já estava o Ponto de Parada a postos para a segunda edição. Dessa vez, a assessora jurídica Alessandra Lamberti, mediadora dos encontros, recebeu a médica do trabalho Izabel Marize Almeida para tratar de exames ocupacionais e passivo trabalhista.
Durante o encontro online, de 1h30 de duração, Izabel focou em procedimentos, responsabilidades e boas práticas, sempre com foco em reduzir riscos trabalhistas no setor de transportes e logística. Dentre os temas abordados, a importância da correlação entre função real, riscos ocupacionais e aptidão o evento; os riscos trabalhistas por trás dos exames ocupacionais; e como a falta de alinhamento destes mesmo exames, além do PCMSO e eSocial geram passivos trabalhistas.
Repetindo o sucesso da edição de estreia, cujo especialista convidado foi Carlos Sad, da Provider, a edição de fevereiro reuniu 50 pessoas.
“Mais uma vez, teve muito interesse, abordagem prática e realista, e troca qualificada”, elogiou Alessandra, adiantando outros assuntos que serão debatidos ao longo do ano: acidente de trabalho, direção segura e responsabilidade do empregador, gestão de atestados, assédio moral, álcool, drogas e exames toxicológicos.

Sobre o Ponto de Parada

Gratuito, com edições mensais e lançado este ano, o projeto amplia o acesso à informação estratégica e fortalece o relacionamento entre empresários, parceiros e representantes do segmento de transporte rodoviário de carga e logística. Possui caráter orientativo, preventivo e institucional, sem análise de casos individuais, reforçando o papel do sindicato de agente de apoio técnico qualificado aos seus associados.
“Por meio dele, oferecemos instrumento de defesa jurídica e ajudamos a prevenir passivos trabalhistas”, detalhou a assessora jurídica.

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