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Patrus Transportes conquista selo RA1000 e lidera ranking nacional de carga fracionada

Notícias 10 de setembro de 2025

A Patrus Transportes acaba de receber o selo RA1000, reconhecimento máximo concedido pelo Reclame AQUI às empresas que mantêm excelência em atendimento ao cliente. O selo é atribuído apenas às marcas que apresentam alto desempenho em critérios como índice de resposta, solução, satisfação do consumidor e reputação.

Mais do que isso: a Patrus figura entre as 6 melhores empresas de transporte rodoviário do Brasil e ocupa o 1º lugar no segmento de carga fracionada, consolidando sua liderança no setor.

“Essa conquista é fruto do trabalho de um time comprometido, que acredita no valor das relações e no propósito de fazer logística com excelência e com alma!”, destaca o CEO Marcelo Patrus.

O Reclame AQUI, criado em 2000, é hoje uma das principais plataformas de reputação corporativa do país. Ele funciona como um canal independente entre consumidores e empresas, permitindo que clientes publiquem reclamações e acompanhem as respostas públicas das marcas.

Segundo uma pesquisa da CartaCapital, realizada em fevereiro de 2025 com mais de 2.300 consumidores, 81,54% dos brasileiros consultam avaliações antes de adquirir um produto ou serviço — um dado que reforça a importância estratégica da presença da Patrus na plataforma. Fonte: CartaCapital1.

Entre os critérios avaliados para o selo RA1000 estão:

– reclamações respondidas;

– índice de solução;

– nota média dos consumidores;

– intenção de voltar a fazer negócio;

– volume e qualidade das interações.

“Ser reconhecida como a melhor empresa de transporte de carga fracionada na avaliação do Reclame AQUI é uma honra enorme. Nos enche de orgulho e, ao mesmo tempo, aumenta nossa responsabilidade. Eleva o nosso nível de serviço como um todo”, afirma Marcelo Patrus.

Fonte: PATRUS 

Fluxo de veículos pesados cai em agosto, enquanto veículos leves sobem

Notícias 10 de setembro de 2025

O fluxo pedagiado de veículos pesados em agosto registrou uma queda de 0,8% na comparação dessazonalizada, segundo o Índice ABCR, divulgado pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias em parceria com a Tendências Consultoria. No resultado geral, a retração foi compensada pelos veículos leves, que tiveram alta de 1,3% no mês.

Na comparação anual, o segmento de veículos pesados também teve diminuição, com uma variação negativa de 0,5%. Já o fluxo de leves registrou um aumento de 3,5% na comparação com agosto de 2024.

De acordo com Thiago Xavier e Davi Gonçalves, analistas da Tendências Consultoria, o recuo no fluxo de pesados tem relação com o fim do impulso gerado pelo escoamento da produção agropecuária e a desaceleração na produção de bens industriais, afetada por condições financeiras mais restritivas. “Esse cenário impacta diretamente o transporte de cargas, refletindo os desafios enfrentados pela indústria e pelo comércio varejista”, disseram.

Nos últimos doze meses, o índice total do fluxo de veículos pedagiados apresentou uma alta de 2,3%, com aumento de 2,3% de veículos leves e, igualmente, 2,3% de pesados. Também no acumulado do ano, ambos os segmentos registram crescimento: 2,4% para veículos leves e 1,9% para veículos pesados.

Fonte: Agência Infra 

Acidentes com caminhões são quase 5 vezes que furto de cargas

Notícias 08 de setembro de 2025

O índice de sinistros nas rodovias do Brasil com caminhões é 4,5 vezes superior aos casos de furto de carga, e 36% desses imprevistos envolvem outras pessoas, revela um estudo exclusivo da Pamcary. Bahia, Minas Gerais e São Paulo encabeçam a relação de estados com mais ocorrências com veículos de carga.

De acordo com a análise, em 2024, a cada 10 mil deslocamentos houve 2,36 acidentes contra 0,53 assaltos. As informações inéditas mostram ainda que, no mesmo ano, 62% das perdas com carga no setor rodoviário foram consequência de acidentes. Em outro levantamento usando informações da PRF (Polícia Rodoviária Federal), a CNT (Confederação Nacional do Transporte) calcula que, em 2024, as despesas com acidentes e fatalidades nas estradas federais envolvendo caminhões totalizaram R$ 5,1 bilhões, contra R$ 1,2 bi de roubos.

Sudeste concentra maior número de acidentes no 1º semestre

Conforme a Pamcary, 40,6% dos registros do primeiro semestre de 2025 foram registrados na região Sudeste, seguida pelo Nordeste, com 22,7% dos eventos.

Os trajetos entre São Paulo e Rio e entre Minas e São Paulo são os mais perigosos. A BR-116 é a via com o maior número de sinistros, principalmente no segmento paulista. Em território mineiro, 92% dos acidentes sucedem na BR-381.

Tombamentos e capotamentos foram os incidentes mais comuns (54%), assim como os sinistros envolvendo veículos com itens perigosos e poluentes (40,4%).

Sem seguro, caminhoneiro está impedido de trabalhar

A partir de julho, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) passou a exigir que as empresas de transporte de carga sejam seguradas para indenizar danos causados a terceiros por veículos carregados. A cada serviço solicitado, o chamado RC-V (Responsabilidade Civil de Veículo) precisa ser emitido pela transportadora no nome e CPF do motorista. A regra estabelece que é vedado repassar o custo ao profissional ou reduzir o valor do pagamento pelo serviço.

Desde 2023, o seguro RC-V se tornou um dos três seguros exigidos por lei para o transporte rodoviário de cargas e, sem a sua apresentação, a empresa pode ter o seu RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) bloqueado. No começo de setembro deste ano, a ANTT divulgou uma instrução que regulamenta a sua supervisão, definindo as maneiras como as transportadoras devem atestar a aquisição dos três seguros. Segundo a ANTT, está programada a verificação também nas estradas.

Fonte: Frota&Cia 

Sanções dos EUA ligadas a diesel e fertilizantes podem impactar preços

Notícias 04 de setembro de 2025

Diante da possibilidade de sanções dos Estados Unidos contra o Brasil por causa da compra de diesel e fertilizantes russos, fontes da diplomacia brasileira afirmam que o governo brasileiro deveria se precaver o quanto antes. Especialistas alertam para a possibilidade de impacto nos preços, já que 61% das importações de diesel e 20% das de fertilizantes vêm da Rússia.

Um diplomata disse à CNN que o governo brasileiro deveria “repensar a compra de diesel e fertilizantes baratos da Rússia, antes que seja tarde”. Ele avalia que o Brasil está contribuindo para financiar o esforço de guerra da Rússia e se colocando em uma situação vulnerável, considerando que o país é o segundo maior produtor mundial de alimentos.

Segundo o analista Lourival Sant’Anna da CNN, fontes do governo americano afirmaram que Donald Trump pode adotar novas retaliações contra o Brasil no contexto do início do julgamento de Jair Bolsonaro. Entre elas, estariam previstas medidas contra a importação de diesel da Rússia, dentro de uma semana ou uma semana e meia, a exemplo do que ocorreu com a Índia.

De janeiro a julho deste ano, o diesel russo representou 61% das importações e 17,7% do consumo no Brasil, segundo dados da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Dos 11,9 milhões de metros cúbicos importados no período, 7,3 milhões vieram da Rússia.

O presidente da Abicom, Sergio Araújo, afirma que a expectativa é que a importação de diesel tenha alcançado 1,43 milhão de metros cúbicos em agosto, sendo 35% provenientes da Rússia, 40% dos EUA, 16% da Índia e 5% da Arábia Saudita.

Se houver realmente a necessidade de interromper a importação da Rússia, Araújo acredita que os importadores devem buscar mais volume nos EUA, majoritariamente, e em países árabes.

A diferença de preços entre os mercados americano e russo já foi de US$ 0,18, mas hoje é de apenas US$ 0,02; portanto, se houver de fato uma troca de fornecedores, deve haver aumento de preços, mas não de forma significativa, avalia Araújo.

Mas o presidente da Abicom ressalta que uma eventual saída da Rússia do mercado internacional poderia impactar os preços globalmente. “Como a Rússia é um agente importante, sua saída do mercado poderia gerar um aumento generalizado dos preços.”

De qualquer forma, como a Petrobras é responsável por 84% do diesel refinado no Brasil, e a estatal continua praticando preços cerca de R$ 0,30 abaixo da paridade de importação, mesmo com a migração para outros fornecedores o impacto pode ser limitado, projeta Sergio Araújo.

O cenário para os fertilizantes parece ser mais desafiador. A Rússia representou mais de 20% das importações do insumo nos últimos cinco anos, de acordo com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Esse percentual quase supera os do segundo e terceiro maiores fornecedores juntos: a China, com 12%, e o Canadá, com 10%.

José Carlos Polidoro, assessor do Ministério da Agricultura, afirma que, se o Brasil precisar buscar fornecedores alternativos à Rússia, os outros quatro maiores produtores mundiais, Irã, Omã, Nigéria e Canadá, “terão prazer em abastecer” o mercado brasileiro.

Ele afirma que quase todo o fertilizante necessário para a safra 2025/2026 já foi adquirido e está no Brasil ou a caminho, por isso não há riscos de desabastecimento ou elevação de preços para a próxima safra.

Mas a exemplo do que aconteceu na safra 2022/2023, quando houve uma verdadeira crise no setor com riscos de abastecimento e aumento de preços, seria necessário incentivar o uso dos fertilizantes organominerais, que são genuinamente produtos nacionais, defende Polidoro.

Polidoro é um dos formuladores do Plano Nacional de Fertilizantes, elaborado em 2021, com medidas para reduzir a dependência do mercado internacional. Mais de 80% dos fertilizantes utilizados no Brasil são importados. Apesar do esforço, as diretrizes do plano não saíram do papel.

As ameaças vindas do exterior criam agora uma nova oportunidade de o Brasil se tornar mais blindado às intempéries internacionais.

Fonte: CNN

Últimas semanas para participar da pesquisa global da IRU sobre escassez de motoristas profissionais

Notícias 04 de setembro de 2025

A NTC&Logística, representante oficial da IRU (União Internacional dos Transportes Rodoviários) no Brasil, está apoiando a realização da Driver Shortage Survey 2025, pesquisa internacional que avalia a escassez de motoristas profissionais em diferentes regiões do mundo. A iniciativa busca compreender o tamanho do déficit, suas principais causas e propor soluções viáveis para um problema que ameaça a eficiência e a sustentabilidade do transporte rodoviário de cargas.

Desde 2019, a IRU realiza anualmente esse levantamento, em parceria com entidades nacionais e empresas do setor. Os dados obtidos têm contribuído para embasar políticas públicas, estratégias empresariais e ações de advocacy em diversos países. Em 2024, um dos principais alertas foi a queda de 5,8% na proporção de motoristas jovens, sinalizando a necessidade urgente de renovação da força de trabalho e de iniciativas mais efetivas de atração e retenção.

A edição de 2025 já está disponível e pode ser respondida até o dia 30 de setembro de 2025. Os participantes terão acesso antecipado a dados estratégicos, análises de tendências e insights sobre o comportamento e preferências dos motoristas, como, por exemplo, a escolha entre rotas de longa ou curta distância.

O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, enfatiza a importância da participação do setor brasileiro na pesquisa: “A escassez de motoristas é uma realidade também no Brasil e precisa ser superada com dados, planejamento e ação. Ao participar da pesquisa da IRU, estamos contribuindo para um diagnóstico global, mas também para termos um retrato mais claro da situação no nosso país. A NTC&Logística seguirá comprometida em promover iniciativas que fortaleçam o setor e valorizem o profissional do volante”.

A expectativa da IRU é incluir análises específicas por país no relatório final, desde que haja um número significativo de respostas nacionais. Por isso, a NTC&Logística convida todos os empresários e entidades do transporte de cargas a incentivarem seus motoristas e equipes a participarem.
O questionário da pesquisa está disponível no link a seguir: https://www.surveymonkey.com/r/3W69PQJ?lang=pt


Fonte: NTC&Logística

SEST SENAT participa de audiência pública sobre fim da obrigatoriedade de cursar autoescolas para tirar CNH

Notícias 04 de setembro de 2025

“Estamos aqui para apoiar o debate e construir soluções que ampliem o acesso à habilitação e facilitem a entrada no mercado de trabalho, sem comprometer a segurança”. A declaração é de Roberta Diniz, gerente executiva de Desenvolvimento Profissional do SEST SENAT, feita durante audiência pública realizada nessa terça-feira (2) pela CVT (Comissão de Viação e Transportes), da Câmara dos Deputados. A audiência tratou da proposta do Ministério dos Transportes que prevê eliminar a obrigatoriedade de aulas em autoescolas para a obtenção da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Roberta Diniz ressaltou que o momento é oportuno para discutir as alterações necessárias à redução do custo destinado à obtenção ou troca da CNH e chamou a atenção para o crescimento do setor e a escassez de motoristas profissionais qualificados – um dos principais desafios enfrentados pelo setor de transporte de cargas e de passageiros. Para enfrentar esse cenário, o SEST SENAT tem desenvolvido diversas iniciativas voltadas a facilitar o acesso ao mercado de trabalho, como o programa Mais Motoristas, com quase 100 mil vagas para a mudança de categoria da CNH; o uso de simuladores de direção; a Escola de Motoristas, que capacita profissionais já habilitados sem experiência; e o projeto Motorista Série A, direcionado ao reconhecimento e à valorização de condutores de excelência.

A gerente também reforçou que é preciso focar na empregabilidade. “Existem vagas de motoristas abertas no país, e, por outro lado, há cidadãos precisando de oportunidades. Por isso, é necessário reduzir esse valor para a sociedade”. Por fim, ela destacou que o Ministério dos Transportes e a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) têm sido grandes aliados do setor de transporte nas pautas de segurança no trânsito e de investimento em infraestrutura de transporte. “Aguardamos a apresentação da proposta final e reforçamos nosso apoio e compromisso com o desenvolvimento do setor de transporte no país”, completou.

Proposta em debate

Representando o Ministério dos Transportes, o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, explicou que o texto ainda está em construção. “Estamos ouvindo as instituições para aprimorar todo o processo. Vamos escutar quantas vezes forem necessárias”, disse. Ele destacou que a medida busca ampliar o acesso à habilitação, sobretudo diante de um dado preocupante: 54% dos proprietários de motocicletas no Brasil não têm CNH, embora os motociclistas já representem 42% da frota nacional. Adrualdo também chamou a atenção para a demora atual no processo de habilitação. “O tempo médio para a obtenção da CNH é de 11 meses, o que reforça a necessidade de modernização e simplificação”, afirmou.

Segundo o modelo sugerido, o candidato iniciaria o processo junto à Senatran ou ao Detran (Departamento Estadual de Trânsito), escolhendo a modalidade do curso teórico: a distância, por meio da plataforma da Senatran, em autoescolas ou em Escolas Públicas de Trânsito. Após a conclusão e emissão do certificado, ele realizaria a coleta biométrica, os exames médicos e psicológicos, mediante o pagamento das taxas, e, se aprovado, realizaria a prova teórica. Caso considere necessário, poderá participar de aulas práticas com instrutor credenciado ou em autoescola antes da prova prática. A CNH seria emitida após a aprovação em todas as etapas.

Participações técnicas e institucionais

A audiência reuniu representantes do Inprotran (Instituto Nacional de Projetos para Transporte e Segurança), da AND (Associação Nacional dos Detrans), da Feneauto (Federação Nacional das Autoescolas), do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), da CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres) e do SINDCFC-PE (Sindicato dos Proprietários de Centros de Formação de Condutores de Pernambuco).

Entre os parlamentares, o deputado Zé Neto (PT-BA) destacou a relevância da presença do SEST SENAT no debate. “A participação do SEST SENAT é muito importante devido a sua reconhecida atuação na formação de condutores profissionais e na promoção da qualificação no setor de transporte”, afirmou.

Já o deputado Leônidas Cristino (PDT-CE), autor do requerimento e presidente da audiência, defendeu um caminho equilibrado entre acesso e segurança. “Precisamos garantir uma condução com mais segurança. Também é preciso debater como será essa fiscalização, pois muitos acidentes são causados pelas más condições das rodovias. É fundamental que qualquer mudança preserve a qualidade da formação dos motoristas, pois muitos acidentes também ocorrem por imprudência, que pode ser combatida com melhor formação”, disse.

Por Agência CNT Transporte Atual

Novo mantenedor do Transcares, Prosed quer fortalecer sustentabilidade, segurança e inovação por meio da saúde e da segurança no trabalho

Notícias 03 de setembro de 2025

Tem mantenedor recém-chegado e pronto pra fortalecer ainda mais o ecossistema da segurança e segurança ocupacional do segmento do transporte rodoviário de cargas e logística no Espírito Santo. A Prosed – Consultoria em Segurança e Medicina do Trabalho presta serviços nas áreas de engenharia, meio ambiente, segurança, higiene e medicina do trabalho, e ao ampliar a rede de apoio oferecida às empresas associadas, quer fortalecer os pilares sustentabilidade, segurança e inovação, tão essenciais na atividade transportadora.

                                                                                                

Além da trajetória consolidada no mercado e do vasto portfólio, que inclui desenvolvimento de programas de prevenção de acidentes, promoção da saúde do trabalhador e adequação às normas regulamentadoras, a Prosed tem a seu favor um atendimento personalizado de alcance nacional que, na opinião do Gerente Geral Comercial, Paulo Sampaio, é um de seus maiores diferenciais.

“Conseguimos fazer esse atendimento de alcance nacional por meio de nossa rede de credenciados”, explica, dando outros detalhes da soluções integradas oferecidas aos clientes Prosed: experiência na área de exames, laudos e programas voltados às exigências específicas do segmento, plataforma digital e canal único de atendimento utilizado na gestão de demandas, dentre outros.

                                             

A Prosed cheia de boas expectativas para fazer a parceria acontecer na prática. Segundo Sampaio,  gerar conexão entre os transportadores seria a meta número um. Porém, eles sabem que oferecer muito mais!

“Queremos oferecer soluções que gerem segurança, produtividade e tranquilidade para o cumprimento das obrigações legais, algo muito sério dentro da operação. E queremos também,  como marca, ser reconhecidos como um parceiro estratégico e confiável, que simplifica processos, atua lado a lado com os clientes para superar desafios e alcançar resultados sustentáveis”.

Lista de serviços a seu dispor, transportador!

Dentre os serviços oferecidos pela Prosed que têm “linha direta” com o TRC estão os exames ocupacionais, que englobam admissional periódico, retorno ao trabalho, mudança de função, e demissional, exames toxicológicos, treinamentos obrigatórios, laudos técnicos, avaliações ergonômicas voltadas a motoristas e equipes operacionais, e gestão ambiental, com gerenciamento de resíduos e elaboração de planos de contingência para transporte de produtos perigosos.

Quer saber mais? Acesse https://prosed.com.br/

Free flow e pesagem em movimento otimizam transporte, mas dependem de clareza regulatória

Notícias 02 de setembro de 2025

O avanço da digitalização e automação já transforma rodovias brasileiras. Sistemas como pedágio automático free flow e pesagem em movimento (HS-WIM) aumentam a fluidez do tráfego, reduzem congestionamentos e diminuem emissões de CO2. Porém, especialistas afirmam que a consolidação dessas tecnologias depende de clareza regulatória, interoperabilidade e superação de barreiras culturais e operacionais.

Para Antonio Miró, gerente de operações de pedágios da Kapsch no Brasil, a implementação do free flow na Rodovia Rio-Santos e na Caminhos da Serra Gaúcha elevou a velocidade média em 25% e reduziu em 30% o tempo total de viagem. “Essas tecnologias otimizam o fluxo logístico, reduzem custos com paradas e aumentam a segurança, permitindo detecção proativa de riscos. Para o transporte de cargas, isso significa menor tempo de viagem, menor desgaste da frota e mais confiabilidade nas operações”, afirma.

Além disso, novas concessões e a expansão do 5G aceleram a transição para rodovias conectadas, mas Miró alerta que ainda é necessário padronizar sistemas e ampliar investimentos em infraestrutura digital.

Justiça concorrencial depende de respaldo jurídico

Segundo Leonardo Schenk, advogado do Terra Tavares Elias Rosa Advogados e professor da UERJ, a modernização exige regulamentação clara. “O Poder Judiciário tem respaldado o modelo regulatório atual e os estudos técnicos que fundamentam essa modernização. O free flow e o HS-WIM promovem eficiência e segurança, mas ainda geram disputas locais e questionamentos legais. O sandbox regulatório da ANTT permitiu testar essas tecnologias em condições controladas”, explica.

Dados da BR-101 mostram que mais de 70% dos veículos já utilizam TAGs eletrônicas, o prazo médio de quitação digital é de sete dias, e o índice de inadimplência é de 6%. Nas BR-364 e 365, 17% dos veículos fiscalizados excediam o peso permitido, reforçando a importância da fiscalização contínua e integrada para garantir concorrência justa.

Telemetria e conectividade

Sistemas de rastreamento em tempo real, telemetria e sensores IoT permitem calcular o desgaste da infraestrutura, identificar veículos em áreas de risco e implementar tarifas dinâmicas baseadas no peso. “Com essas tecnologias, transformamos dados brutos em decisões estratégicas, otimizando rotas, reduzindo custos e emissões”, afirma Miró.

Plataformas como a EcoTrafiX integram câmeras e sensores para monitorar comportamentos de risco, acionar autoridades e reduzir o tempo de resposta a incidentes, aumentando a segurança e dissuadindo crimes nas rodovias.

Miró projeta avanços como gestão de tráfego em tempo real com IA e big data, expansão do free flow, comunicação V2X entre veículos e infraestrutura, e manutenção preditiva por sensores IoT.

Schenk prevê mudanças estruturais: modicidade tarifária com justiça concorrencial, responsabilização civil rigorosa já reconhecida pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e planejamento de infraestrutura baseado em dados reais, tornando rodovias mais seguras e duráveis.

“Para investidores e operadores, este é o momento de adaptar operações e aproveitar as vantagens competitivas das novas tecnologias”, conclui Miró.

A transformação das rodovias conectadas

  • +25% de aumento na velocidade média após implantação do free flow na Rodovia Rio-Santos (Rio-SP);
  • –30% no tempo total de viagem no mesmo trecho;
  • 70% dos veículos da BR 101 já utilizam TAGs eletrônicas;
  • Sete dias é o prazo médio para pagamento digital do pedágio;
  • 17% dos veículos fiscalizados nas BR-364 e 365 excediam o peso permitido;
  • 6% de inadimplência no pedágio eletrônico da BR-101.

Fontes: ANTT (sandbox regulatório), Antonio Miró (Kapsch) e Leonardo Schenk (TTER Advogados)

Leia mais sobre o tema no Anuário de Carga 2025. Baixe aqui.

Fonte: Transporte Moderno

Pedágio mais rápido, justo e transparente: ANTT aprova uso de reconhecimento automático de placas no Vale-Pedágio

Notícias 02 de setembro de 2025

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, nesta sexta-feira (29/8), por meio da Decisão SUROC nº 500/2025, publicada no Diário Oficial da União (DOU), a habilitação de mais uma Fornecedora de Vale-Pedágio Obrigatório (FVPO) para utilizar tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR) — sistema capaz de identificar automaticamente as placas dos veículos — no pagamento do benefício. Nesta decisão, foi validado o modelo operacional de Vale-Pedágio Obrigatório com OCR para a empresa Banco Bradesco S.A. A Roadcard já havia sido a primeira autorizada pela Agência a adotar esse modelo.

A medida traz ganhos diretos para caminhoneiros, embarcadores e para toda a cadeia logística: elimina burocracias, reduz o risco de fraudes, aumenta a agilidade nas praças de pedágio e garante que o transportador receba, de forma clara, rastreável e transparente, o valor do vale.

Com a inovação, o pagamento do pedágio deixa de depender de procedimentos manuais e passa a ser validado automaticamente pela leitura da placa, o que representa mais segurança tanto para o transportador quanto para o embarcador. Além disso, o novo modelo não substitui os sistemas já existentes: soluções regionais e locais continuam válidas, desde que previamente aprovadas pela Agência.

A decisão foi estudada e implementada pela Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT (SUROC), abrindo caminho para a inclusão de novas tecnologias e modelos operacionais no futuro, sempre sob análise e autorização da Agência.

Na prática, a mudança significa mais eficiência no transporte rodoviário de cargas, menor risco de irregularidades e a garantia de que o Vale-Pedágio Obrigatório — direito conquistado pelos transportadores — será cumprido com maior clareza, segurança e transparência.

Fonte: ANTT 

Transportadoras apostam em valorização profissional para superar falta de motoristas

Notícias 01 de setembro de 2025

Realidade incontestável no transporte rodoviário de cargas brasileiro, a crescente falta de motoristas profissionais segue desafiando dia após dia as transportadoras e refletindo na economia nacional. Dados recentes da Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) revelam que, somente nos últimos 10 anos, o país perdeu 1,1 milhão de caminhoneiros. Além disso, apenas 4% dos atuais motoristas profissionais possuem menos de 30 anos.

A crescente escassez de mão de obra no transporte rodoviário de cargas, setor responsável por movimentar mais de 65% de tudo aquilo que é produzido no país, segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), é justificada pelas condições desafiadoras de trabalho nas estradas brasileiras, com infraestrutura precária, longas jornadas, insegurança e riscos de acidentes e roubos, além do envelhecimento da atual força de trabalho. Todos esses fatores têm acendido um alerta nas transportadoras do país.

Para Gislaine Zorzin, diretora administrativa e de novos negócios da Zorzin Logística e diretora institucional da Associação Brasileira de Transportes e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP), a retenção de motoristas está ligada diretamente às oportunidades e aos cuidados que a empresa promove para valorizar de fato os profissionais e fomentar a confiança entre empresa e colaborador. 

“A valorização do motorista deve ser um dos pilares centrais de qualquer empresa do setor. Para isso, pensamos em ações que realmente promovam a diferença para esses profissionais, que vão desde a oferta de oportunidades e treinamentos internos contínuos até iniciativas voltadas ao bem-estar, onde buscamos manter uma comunicação aberta e transparente tanto com os motoristas quanto com seus familiares, inclusive promovendo encontros periódicos para fortalecer esse vínculo, que é muito importante”, afirma a diretora.

Para as empresas se manterem estáveis diante desse desafio, oferecer um diferencial atrativo para o mercado se mostra parte essencial para ampliar sua competitividade e conquistar novos perfis profissionais e a retenção do seu quadro de colaboradores.

“Nós cultivamos, de fato, uma cultura de pertencimento na Zorzin. Estamos constantemente pensando e desenvolvendo ações voltadas ao bem-estar dos motoristas, porque reconhecemos que a profissão exige um esforço físico e mental significativo. Apoiamos ativamente as mulheres que sonham em ingressar na profissão, por meio de incentivos e apoio a projetos que fomentem a presença feminina no setor. Além disso, quando um colaborador demonstra interesse em ampliar sua qualificação, como acrescentar uma nova categoria à habilitação, buscamos viabilizar esse desenvolvimento”, destaca Gislaine Zorzin.

O enfrentamento desse desafio precisa acontecer de forma coletiva, unindo esforços para fortalecer a pauta da profissão. Isso inclui a promoção de programas de formação, qualificação e iniciativas que valorizem o motorista junto à sociedade. Ao mesmo tempo, o papel das empresas é indispensável: oferecer condições dignas de trabalho, remuneração justa e um ambiente que estimule o desenvolvimento contínuo. 

“A escassez de motoristas é um desafio para todos nós, do setor. As entidades já trabalham ativamente para intensificar essa pauta, além de atuar na valorização da profissão junto à sociedade. Já as empresas devem oferecer melhores condições de trabalho, remuneração justa e um ambiente que promova dignidade e desenvolvimento. Somente com um esforço conjunto conseguiremos tornar o setor mais atrativo, especialmente para as novas gerações”, finaliza a executiva.

Fonte: Caminhões e Carretas 

CNT defende alinhamento entre regulação e incentivos para escalar adoção de tecnologias limpas no transporte

Notícias 29 de agosto de 2025

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) reforçou, nessa quarta-feira (27), a necessidade de alinhamento entre os instrumentos de incentivo para viabilizar o uso de tecnologias limpas no setor de transporte e as leis que regram a descarbonização. A defesa foi feita pela gerente executiva Ambiental da entidade, Érica Marcos, durante a Mesa Setorial de Transportes do evento Energy Day: Caminhos setoriais para uma transição energética justa.).

O encontro reuniu autoridades e especialistas para discutir os caminhos da descarbonização da economia em diferentes setores produtivos no Brasil. No painel dedicado ao transporte, moderado por Guilherme Dantas, pesquisador sênior no Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), participaram também o embaixador Michel Arslanian Neto, representante do Brasil no Conselho da ICAO (Organização da Aviação Civil Internacional), e Tiago Ferreira, chefe de Logística e Transporte no BNDES.

Representando a CNT, Érica Marcos destacou que as fontes energéticas alternativas – como biocombustíveis de nova geração e eletrificação veicular – levam à segurança energética e ao potencial de redução da dependência de fontes fósseis. No entanto, ressaltou que a adoção em larga dessas tecnologias só será possível se houver investimentos em infraestrutura, segurança regulatória e, sobretudo incentivos para acessibilidade econômica.

“As alternativas energéticas são promissoras e têm o potencial de inovar o parque tecnológico do setor transportador. Mas, para se tornarem realidade no Brasil, é fundamental que a regulação caminhe junto às políticas de incentivo”, afirmou.

Além do transporte, o Energy Day contou com debates sobre a transição justa e a pobreza energética na América Latina. O evento foi promovido pelo Cebri e integra o PTE (Programa de Transição Energética), que reúne instituições como BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), em busca de soluções para acelerar a transição energética no continente.

Por Agência CNT Transporte Atual

Brasil lidera debates no Mercosul sobre segurança no transporte de produtos perigosos

Notícias 29 de agosto de 2025

Foz do Iguaçu sediou, na terça-feira, 26 de agosto, o 1º Seminário Internacional sobre Transporte Terrestre de Produtos Perigosos, coordenado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O encontro reuniu cerca de 90 participantes, entre presenciais e virtuais, e contou com delegações de todos os países do Mercosul, além do Chile. O objetivo foi ampliar o nível técnico das discussões e alinhar normas de segurança que entrarão em vigor em 2026.

Realizado no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI), o seminário contou com a participação presencial de representantes do Brasil, Paraguai, Uruguai e Chile, enquanto Argentina e Bolívia se fizeram presentes de forma virtual. Também marcaram presença órgãos públicos, instituições de ensino, entidades setoriais como ABTI (Associação Brasileira de Transportadores Internacionais) e SINDIFOZ (Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Foz do Iguaçu e Região), além de representantes do setor privado.

A coordenação do encontro esteve sob responsabilidade de Cálicles Mânica, Coordenador-Geral de Relações Internacionais da Assessoria Especial de Relações Institucionais, Internacionais e de Comunicação (AESRIC) da ANTT. Para ele, o seminário consolidou o papel do Brasil como referência técnica no bloco. “Este foi um oferecimento do Brasil aos países vizinhos no âmbito da Comissão Técnica do SGT nº 5, durante nossa presidência pro tempore. Foi uma oportunidade de compartilhar nosso conhecimento e de elevar o nível de preparo de todos os países envolvidos”, destacou.

Um dos momentos de maior destaque foi a apresentação conduzida por Maycon Casal, da Coordenação de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas da ANTT, em parceria com Fabiano dos Santos Goia, Policial Rodoviário Federal. A exposição trouxe contribuições práticas sobre regulação, fiscalização e normas técnicas aplicadas ao transporte de cargas perigosas. “Avançar em regras comuns significa salvar vidas, proteger o meio ambiente e dar mais confiabilidade às operações logísticas”, ressaltou Maycon.

O seminário também marcou um compromisso importante: a partir de 1º de janeiro de 2026, todos os países do Mercosul deverão adotar a norma mais recente sobre produtos perigosos. A decisão reforça a harmonização regulatória, aumenta a segurança viária e ambiental e dá maior previsibilidade às operações regionais. O sucesso do evento foi reconhecido por todas as delegações, que elogiaram a iniciativa brasileira e solicitaram que uma nova etapa seja realizada durante a próxima reunião ordinária do SGT nº 5, em Brasília.

Na quarta-feira (27/8), também em Foz do Iguaçu, começou a VII Reunião Ordinária da Comissão Técnica do SGT nº 5 – Transporte do Mercosul, dando continuidade à agenda internacional. Com a coordenação da ANTT, o seminário reafirma o protagonismo do Brasil na integração regional, na difusão de conhecimento técnico e no fortalecimento da segurança do transporte de produtos perigosos em toda a malha logística sul-americana.

Fonte: ANTT

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