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CNT e CNTTT apresentam proposta de emenda constitucional para fortalecer a segurança jurídica nas relações de trabalho do transporte

Notícias 31 de outubro de 2025

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e a CNTTT (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres) apresentaram, de forma conjunta, uma proposta de texto para a PEC nº 22/2025, que tramita no Congresso Nacional. O documento foi encaminhado à liderança do Partido dos Trabalhadores no Senado, e propõe a inclusão, na Constituição Federal, de um dispositivo que reconheça a convenção coletiva como instrumento legítimo para a regulamentação de condições específicas de trabalho em categorias do transporte de cargas e passageiros.

A proposta tem o objetivo de aprimorar as relações laborais, fortalecer a segurança jurídica e valorizar o diálogo entre empregadores e trabalhadores do setor. O texto sugere que a Constituição passe a prever expressamente a possibilidade de convenções coletivas estabelecerem condições diferenciadas de trabalho, respeitando as particularidades operacionais de atividades que exigem regimes especiais de jornada, descanso e remuneração.

Entre os pontos previstos na minuta está a autorização para que leis ou convenções coletivas definam regras específicas sobre jornada de trabalho e escalas, fracionamento de intervalos, descanso semanal, regimes de prontidão e sobreaviso, além de critérios específicos de remuneração para períodos de espera e tempo à disposição. A proposta também assegura que tais acordos respeitem os direitos fundamentais do trabalhador e busquem o equilíbrio entre proteção laboral e eficiência operacional.

A justificativa encaminhada ao Senado destaca que a proposta é fruto de consenso entre empregadores e trabalhadores e está em consonância com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) no Tema 1.046, que reconheceu a validade da negociação coletiva para ajuste de condições laborais. A PEC visa, portanto, dar respaldo constitucional à atuação sindical e reduzir interpretações divergentes que hoje geram insegurança jurídica.

De acordo com o ofício conjunto assinado pela CNT e pela CNTTT, a proposta não reduz direitos, mas moderniza a regulamentação para garantir segurança jurídica e viabilidade econômica, sem comprometer a proteção ao trabalhador. A flexibilização é essencial para garantir o equilíbrio entre eficiência operacional e direitos trabalhistas, permitindo que o ordenamento jurídico acompanhe a evolução do mercado e as necessidades da sociedade contemporânea.

Acesse aqui o documento na íntegra.


Por Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT anuncia soluções para aumentar a acessibilidade no setor de transporte

Notícias 31 de outubro de 2025

O SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) apresentou duas novas iniciativas para fortalecer a inclusão no setor de transporte: o Manual de Boas Práticas de Acessibilidade e cursos especializados EaD com tradução em Libras. Os lançamentos foram anunciados durante o evento "Rota da Acessibilidade: do acesso à participação plena", realizado nessa quarta-feira (22), na sede do Sistema Transporte, em Brasília. As novidades reforçam o protagonismo da CNT, do SEST SENAT e do ITL (Instituto de Transporte e Logística) na promoção da acessibilidade e da igualdade de oportunidades no transporte brasileiro.

O Manual de Boas Práticas de Acessibilidade foi desenvolvido como um guia prático para orientar profissionais do Sistema Transporte e das empresas do setor na aplicação da Política de Acessibilidade, com foco em atitudes inclusivas, respeito e equidade. O material reúne conceitos fundamentais sobre deficiência e capacitismo, dicas de comportamento e linguagem inclusiva, orientações específicas para diferentes tipos de deficiência, princípios do desenho universal e símbolos de acessibilidade. Também apresenta recomendações de atendimento acessível, como adaptar a comunicação, respeitar a autonomia das pessoas e eliminar expressões preconceituosas no dia a dia.

A outra novidade é a inclusão de tradução em Libras nos cursos especializados oferecidos pela EaD do SEST SENAT, ampliando o acesso à qualificação profissional para motoristas surdos ou com deficiência auditiva. A iniciativa assegura condições de aprendizado igualitárias no setor de transporte e reforça o compromisso da Instituição com a inclusão.

Entre as opções, estão cursos de formação de 50 horas nas áreas de transporte coletivo de passageiros, escolar, de produtos perigosos, de emergência e de cargas indivisíveis, além de versões de atualização com 16 horas de duração, voltadas à reciclagem de conteúdo. As formações são oferecidas online, permitindo que cada aluno acompanhe as aulas no seu ritmo.

Com a novidade, o SEST SENAT busca atender a uma demanda crescente por cursos acessíveis e adaptados às necessidades de diferentes públicos. A inclusão da tradução em Libras garante que a formação profissional alcance um público mais amplo, contribuindo para a empregabilidade e valorização dos trabalhadores no setor de transporte. Atualmente, os cursos especializados estão disponíveis a distância apenas em alguns estados, já que a oferta depende da regulamentação de cada Detran.

Rota da Acessibilidade

O objetivo do evento “Rota da Acessibilidade: do acesso à participação plena” foi promover a troca de experiências, apresentar boas práticas em acessibilidade e fomentar o diálogo sobre caminhos para a construção de um transporte cada vez mais inclusivo. 

Para o diretor adjunto nacional do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, o evento marca uma nova etapa. “Este evento é um passo significativo para o Sistema Transporte. A Rota da Acessibilidade representa a materialização do nosso compromisso com a inclusão, indo além da adaptação de estruturas físicas para garantir oportunidades reais de participação.”

Entre as entregas do programa para 2025, estão:

  • atendimento a mais de 1.400 pessoas com deficiência em todo o país;
  • capacitação contínua de colaboradores das unidades do SEST SENAT;
  • lançamento de um currículo inclusivo para ser utilizado pelos instrutores do SEST SENAT;
  • feiras de empregabilidade para pessoas com deficiência;
  • adequações arquitetônicas e sistêmicas nas unidades.

A diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, destacou a importância da iniciativa. “O transporte é um direito de todos. Com esse programa, mostramos que a acessibilidade significa garantir igualdade de condições para usuários e trabalhadores, fortalecendo um setor mais humano e inclusivo.”

O diretor executivo do ITL, João Victor Mendes, ressaltou que a acessibilidade deve ser entendida de forma ampla. “A acessibilidade vai muito além de rampas e elevadores. Ela é o direito de cada pessoa participar plenamente da vida social, cultural e econômica. Esse programa traz essa visão para dentro do setor de transporte.”

Representando o governo federal, a diretora executiva interina da Secretaria Nacional da Pessoa com Deficiência, Isadora Rodrigues Nascimento, elogiou o trabalho do Sistema Transporte. “Programas como a Rota da Acessibilidade demonstram que o Brasil está avançando em direção a uma sociedade mais inclusiva. A participação das pessoas com deficiência precisa ser plena, e iniciativas assim reforçam o papel do setor de transporte nesse processo.”

Já o coordenador de Inclusão do Comitê Paralímpico Brasileiro, Antônio José Ferreira, lembrou que o transporte acessível também é essencial para a prática esportiva. “O transporte acessível é condição essencial para que pessoas com deficiência possam estudar, trabalhar e praticar esportes. A parceria entre o CPB e o SEST SENAT amplia a perspectiva de cidadania e de participação plena.”



Por Agência CNT Transporte Atual

Estação do Desenvolvimento será realizada na Green Zone da COP30 e amplia programação de painéis sobre transporte e sustentabilidade

Notícias 31 de outubro de 2025

A Estação do Desenvolvimento, iniciativa do Sistema Transporte na COP30, ganhou um novo e importante endereço. Agora, ela estará localizada na Green Zone, espaço oficial da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA), em novembro.

A mudança representa um avanço estratégico, permitindo ampliar a programação de painéis e a visibilidade dos debates, além de oferecer mais oportunidades de diálogo entre governo, empresas, academia e sociedade civil sobre os desafios e as soluções para a descarbonização do transporte e o desenvolvimento sustentável no Brasil.

Com a nova estrutura, a Estação do Desenvolvimento passa a reunir uma programação ainda mais diversificada, que contempla discussões sobre mobilidade urbana sustentável, biocombustíveis, descarbonização de frotas, inovação tecnológica, financiamento verde, governança e transição energética. As atividades serão realizadas ao longo de todo o evento e incluem painéis técnicos, rodas de conversa e apresentações em formato TED.

Entre os destaques, estão debates sobre temas como:

  • Descarbonização da Frota Pesada, promovido pela ABiogás, que discutirá soluções técnicas e econômicas para reduzir emissões no transporte de cargas;
  • Integração Sustentável dos Modais de Transporte, coordenado pela Autoridade Portuária de Santos, que reunirá representantes dos principais modais para discutir estratégias integradas de neutralidade climática;
  • O Papel dos Terminais na Transição Energética, da ATP, abordando desafios e oportunidades para financiar projetos sustentáveis;
  • Coalizão de Transportes: como tornar o setor um contribuidor ativo para a redução de emissões, liderado pelo CEBDS e pela CNT, com a apresentação de caminhos concretos para descarbonizar o transporte nacional.

Ao reunir mais de 70 painéis temáticos e ações, a Estação do Desenvolvimento se consolida como um dos principais polos de debate técnico sobre a agenda climática dentro da COP30, reforçando o papel do Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) como articulador de conhecimento e promotor da sustentabilidade no setor.

Novos patrocinadores e parceiros embarcam na Estação

A Gol Linhas Aéreas passa a integrar o time de patrocinadores da Estação do Desenvolvimento, iniciativa do Sistema Transporte na COP30. Além da companhia de aviação, também entra como patrocinador a ClickBus, plataforma digital brasileira especializada na venda online de passagens rodoviárias. A Eletra, líder no mercado brasileiro de ônibus elétricos, chega para promover a descarbonização do setor a partir da eletrificação.

As companhias se juntam ao MoveInfra – movimento que reúne os seis principais grupos de infraestrutura do país –, à Abac (Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem) e à ATP (Associação de Terminais Portuários Privados).

Já no campo das parcerias, quem chega para fornecer a energia é a MWM/Tupy S.A., com o fornecimento de grupo geradores que serão operados pela A Geradora/Loxam. A gigante global de mídia TikTok marcará presença no espaço, com ativação e ações de visibilidade junto a influenciadores da plataforma. Iris e GIST Impact trazem sua expertise para potencializar negócios sustentáveis.

O evento conta ainda com o apoio institucional da Abani, Childhood, IOE, Instituto Ethos, CEBDS e Slocat Partnership. A correalização é feita em parceria com o Ministério das Cidades, o Ministério de Portos e Aeroportos e o Ministério dos Transportes.


Por Agência CNT Transporte Atual

Operadores logísticos no Brasil ampliam portfólio de serviços, aponta estudo da ABOL

Notícias 30 de outubro de 2025

O setor de operadores logísticos (OL) no Brasil registrou expansão significativa na diversificação de serviços em 2024. Segundo o estudo “Perfil dos Operadores Logísticos”, encomendado pela ABOL (Associação Brasileira de Operadores Logísticos), 64% das empresas ampliaram seu portfólio, oferecendo em média mais de 30 tipos de soluções.

As atividades dos operadores vão além do transporte e da armazenagem, abrangendo desde distribuição urbana e operações de e-commerce até consultoria logística e gestão de estoques. Entre os serviços mais comuns estão o Transporte Rodoviário Fechado (92% das empresas) e Fracionado (81%); Armazém Geral (84%); Controle de Estoques (68%); Crossdocking (83%) e Picking & Packing (66%).

Além das operações tradicionais, 57% das empresas passaram a oferecer consultoria e projetos logísticos, refletindo a tendência de serviços mais personalizados e integrados.

De acordo com a ABOL, a diversificação evidencia o papel estratégico dos OLs para diferentes setores da economia brasileira, contribuindo para eficiência operacional, inovação e competitividade. O setor reúne empresas nacionais e multinacionais responsáveis por cerca de 16% da receita bruta do mercado logístico do país. A associação atua desde 2012 na regulamentação da atividade.


Fonte: Transporte Moderno 

Vendas de pneus de carga têm queda de 5,2% de janeiro a setembro de 2025

Notícias 30 de outubro de 2025

A indústria de pneumáticos registrou queda de 5,2% nas vendas de pneus de carga, de janeiro a setembro deste ano, com o total de 4,84 milhões, ante as 5,10 milhões de unidades comercializadas em igual período de 2024, segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip).

A maior retração foi registrada no mercado de reposição, de 7,6%, com a venda de 3,42 milhões de pneus de carga, enquanto que, de janeiro a setembro de 2024, o volume chegou a 3,70 milhões. Para as montadoras, foram vendidos 1,41 milhão de pneus, aumento de 1,2% na comparação com igual período de 2024, quando atingiu 1,39 milhão de unidades.

Incluindo todos os segmentos abastecidos pela indústria nacional (automóveis, veículos comerciais leves, carga e motos), as vendas de pneus totalizaram 29,03 milhões de unidades nos nove meses deste ano, o que representou uma redução de 2,7% em relação a igual período de 2024, quando o volume atingiu 29,83 milhões de unidades.

“O cenário para a indústria de pneus instalada no Brasil segue preocupante e desafiador”, afirma Rodrigo Navarro, presidente da Anip. “No mercado de reposição, enfrentamos a concorrência desleal de pneus importados, que chegam muitas vezes ao Brasil com preços inferiores aos praticados no mercado internacional.

Segundo Navarro, há distorções de preço, falta de conformidade técnica e casos de não cumprimento das obrigações ambientais a que a indústria instalada no Brasil está sujeita. “O setor está sofrendo uma degradação que pode levar ao colapso da cadeia de produção que envolve fabricantes de têxteis, químicos, aço e borracha natural, e estamos trabalhando com o governo brasileiro para que sejam tomadas medidas para criar condições isonômicas para a indústria brasileira, diz o presidente da Anip.

Os números apresentados pela Anip mostram que as vendas para o mercado de reposição apresentaram retração de 7% até setembro, totalizando 18,87 milhões, enquanto que, no acumulado de janeiro a setembro de 2024, foram comercializados 20,30 milhões de pneus no país.

Para as montadoras, o resultado foi positivo, com 10,16 milhões de pneus vendidos, aumento de 6,6% em relação aos nove meses de 2024, que totalizou 9,53 milhões de unidades.

Desempenho mensal

Em setembro, a indústria de pneumáticos registrou queda de 10,5% nas vendas de pneus de carga, com 527.728 unidades, ante os 589.561 produtos vendidos no mesmo mês de 2024. Na comparação com agosto deste ano (555.189 unidades), a retração foi de 4,9%.

As vendas para o mercado de reposição tiveram redução de 11%, totalizando 380.248 unidades, enquanto que, em setembro do ano passado, o volume chegou a 427.471 unidades. Em relação a agosto deste ano (397.581 unidades), a queda foi de 4,4%.

Para as montadoras, as empresas enviaram 147.480 pneus, recuo de 9% sobre os 162.090 produtos vendidos em setembro do ano passado. Quando comparado com agosto deste ano (157.608 unidades), a redução foi de 6,4%.

Balança comercial

A balança comercial do setor de pneumáticos apresentou déficit de US$ 298,10 milhões de janeiro a setembro de 2025, com importações de US$ 1,13 bilhão e exportações de US$ 837,36 milhões. O resultado negativo ficou abaixo dos US$ 729,04 milhões registrados nos nove meses de 2024, porque as exportações neste ano foram 8,6% superiores a janeiro e setembro de 2024, quando atingiu US$ 770,82 milhões.

Em unidades, o déficit do setor, de janeiro a setembro de 2025, foi de 22,57 milhões de pneus, 31,5% superior ao saldo negativo de 32,96 milhões de produtos registrados nos nove meses de 2024.

As importações atingiram 31,22 milhões de unidades até setembro deste ano. Mesmo com redução de 24,5% em relação aos 41,37 milhões de pneus importados de janeiro a setembro de 2024, foi superior às exportações, que somaram 8,64 milhões de unidades, com alta de 2,8% em relação aos 8,41 milhões de pneus exportados nos nove meses de 2024.


Fonte: Transporte Moderno 

Estabelecimentos que apoiam motoristas ganham selo “Amigo do Caminhoneiro” aprovado pela Câmara

Notícias 30 de outubro de 2025

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 1155/2024, que cria o “Selo Amigo do Motorista” para reconhecer estabelecimentos que ofereçam pontos de apoio e descanso adequados aos caminhoneiros.

De acordo com a proposta, os locais certificados poderão utilizar o selo em sua publicidade e sinalização, e o governo deverá tornar pública a lista dos lugares aprovados. O objetivo é incentivar os empreendimentos a oferecerem estruturas como estacionamento seguro, sanitários, área de descanso e serviços especializados voltados aos profissionais do volante, algo há muito reivindicado pela categoria.

A aprovação marca um avanço importante para os caminhoneiros, que frequentemente enfrentam jornadas extenuantes e falta de infraestrutura segura nas rodovias. A iniciativa traz uma resposta concreta à necessidade de valorização da categoria e de melhora das condições de descanso, que afetam diretamente a segurança e a saúde sobre as estradas.


FONTE: NTC&Logística / FOTO: NTC&Logística

Inovação e cooperação impulsionam a descarbonização do transporte

Notícias 30 de outubro de 2025

Com foco em estratégias colaborativas para acelerar a transição energética, o painel “Soluções Tecnológicas e Inovação para a Descarbonização” reuniu lideranças da indústria automotiva, do setor de combustíveis e do modal rodoviário de passageiros e de cargas durante o 10º Fórum CNT de Debates, em Brasília, no dia 23 de outubro. O encontro promoveu uma análise integrada sobre os avanços tecnológicos e os desafios operacionais e regulatórios que influenciam o processo de descarbonização do transporte no país.

Moderado por Cynthia Ruas Vieira Brayer, superintendente de Sustentabilidade, Pessoas e Inovação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o painel destacou a importância da cooperação entre os setores público e privado para viabilizar soluções sustentáveis, eficientes e economicamente viáveis. “Mais do que simplesmente descarbonizar, precisamos trazer soluções práticas para nossa realidade atual”, afirmou Cynthia na abertura do debate.

A superintendente ressaltou o papel da inovação e das soluções tecnológicas como pilares para a descarbonização do transporte. Ao reunir representantes da indústria automotiva, do transporte de passageiros e de cargas e da Petrobras, ela reforçou que a transição energética exige múltiplas frentes de atuação e coordenação entre Estado e setor produtivo. Segundo Cynthia, a ANTT tem papel estratégico na articulação de políticas públicas e na criação de instrumentos regulatórios que viabilizem a sustentabilidade nos contratos de concessão, com parâmetros de desempenho e incentivos à adoção de tecnologias limpas.

Entre as iniciativas citadas, estão o programa de sustentabilidade da Agência, atualmente em consulta pública, e o primeiro corredor logístico sustentável multimodal do país, implantado na BR-277 (Paranaguá–Curitiba), em parceria com o Ministério dos Transportes e a concessionária EPR. A proposta, segundo ela, é promover soluções integradas que vão além da eletrificação, incorporando práticas como o uso do free flow, a redução de frenagens e a valorização da paisagem como parte do conceito de sustentabilidade.

Representando a indústria automotiva, Igor Calvet (Anfavea) apresentou os investimentos do setor em pesquisa e desenvolvimento por meio do programa Mobilidade Verde (Mover), que já mobilizou bilhões em créditos financeiros. Ele defendeu a neutralidade tecnológica como princípio estratégico e apontou a renovação de frota como política pública essencial para reduzir emissões e melhorar a saúde pública. “Descarbonizar via renovação de frota é tão essencial não só para o meio ambiente, como também para a saúde. Isso precisa estar no debate público”, destacou. Segundo Igor, o Brasil já possui uma das frotas mais limpas do mundo, considerando sua matriz energética e o ciclo completo dos veículos.

Na sequência, Rodrigo Abramof (Petrobras) explicou as diferenças entre o biodiesel e o diesel com conteúdo renovável, ressaltando que ambos são complementares e utilizam a mesma matéria-prima. Ele apresentou os avanços da empresa na produção de combustíveis sustentáveis, como o diesel R5 e o SAF por coprocessamento, já disponíveis em cinco refinarias. “A grande diferença está no processo. O diesel com conteúdo renovável, por hidrogenação, tem estabilidade e desempenho iguais ao diesel mineral. Só um teste de carbono-14 consegue distingui-los”, explicou.

Abramof também anunciou a construção de uma planta dedicada em Cubatão (SP), com previsão de operação em 2030, capaz de produzir combustíveis 100% renováveis. “É um investimento de US$ 1 bilhão que vai permitir produzir diesel verde ou SAF, conforme a demanda do mercado.”

Já Francisco Mazon (Viação Santa Cruz) compartilhou a experiência da empresa com o uso de biometano em ônibus rodoviários, em parceria com a Scania. Os testes iniciais apontam desempenho equivalente ao diesel, mas ainda enfrentam desafios relacionados ao custo da infraestrutura e à autonomia dos veículos. “O biometano tem potencial para transformar um problema social (o lixo) em solução ambiental. Visitei uma usina em Campinas (SP) e vi que até 95% do lixo pode ser reaproveitado”, relatou. Ele também mencionou limitações técnicas, como o peso dos cilindros e o impacto na capacidade de bagagem, que ainda precisam ser superadas para que o modelo ganhe escala.

Enquanto Mazon apresentou a visão do transporte de passageiros, Marcos Vilela Ribeiro (Bravo Serviços Logísticos) abordou as iniciativas voltadas ao transporte de cargas. O CEO destacou a estratégia da empresa para reduzir sua pegada de carbono, que inclui diagnóstico com o protocolo GHG, revisão da malha logística e investimentos em biometano. A Bravo instalou um posto off-grid em Paulínia (SP) e adquiriu 23 caminhões movidos a gás renovável, alcançando até 90% de redução de emissões em rotas curtas.

“A primeira transformação foi entender que precisamos mudar. Se quisermos perpetuar nosso negócio, teremos que agir de forma diferente”, afirmou. Marcos também ressaltou a importância da capacitação de motoristas e da estabilidade regulatória para viabilizar investimentos de longo prazo. “Estamos investindo em algo que tem impacto nos próximos dez ou 15 anos. Precisamos de regras claras e políticas públicas que permitam isso.”

Encerrando o painel, Cynthia Ruas Vieira Brayer reforçou que a transição energética no transporte depende de uma atuação conjunta entre governo, iniciativa privada e sociedade. Para ela, o avanço das tecnologias e das práticas sustentáveis precisa estar acompanhado de mecanismos de financiamento e políticas públicas que garantam escala e continuidade.

“A gente está falando de um sistema de logística, então não tem como fazer o trabalho sozinho. É uma rede, é um sistema, é um trabalho coordenado e cooperativo. Cada um está fazendo uma parte desse trabalho. E, quando você gira, tudo volta ao dinheiro. É caro, mas também vai trazer benefícios de eficiência na produção, eficiência energética e bem-estar para a sociedade. No final, a gente precisa pensar em como vamos financiar, ou seja, em como vamos trazer os recursos mais adequados para construir esse futuro mais rapidamente”, concluiu.

A décima edição do Fórum CNT de Debates contou com o patrocínio de Dunlop, Embarca, Fepasc (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina) e Abralog (Associação Brasileira de Logística).

Fonte: Agência CNT Transporte Atual 

Braspress transforma filial de Cantareira em unidade carbono zero com novas vans elétricas

Notícias 29 de outubro de 2025

A transportadora Braspress entregou quatro novas vans elétricas à sua filial de Cantareira, na Zona Norte de São Paulo, na segunda-feira (27), como parte do plano de tornar a unidade totalmente livre de emissões de carbono.

O diretor-presidente da empresa, Urubatan Helou, afirmou que a decisão está ligada ao alto índice de poluição da região. “São Paulo possui 80 medidores de poluição da CETESB, e as duas áreas mais poluídas da cidade são a Zona Oeste e Cantareira. Por isso, decidimos transformar esta filial em uma operação carbono zero”, explicou.

As novas vans são do modelo eSprinter 320, da Mercedes-Benz, com capacidade de carga de 1.240 kg e autonomia de 329 km. Elas se somam às sete frotas elétricas já em operação na unidade, incluindo três vans e três caminhões da JAC Motors e um caminhão 710 eletrificado da Mercedes-Benz.

Atualmente, a filial possui 39 veículos, entre próprios e agregados movidos a diesel. Com a ampliação da frota elétrica, 11 veículos passam a ser totalmente eletrificados. A empresa projeta que, até junho de 2026, toda a frota da unidade será elétrica.

A unidade de Cantareira funciona como um Centro de Apoio Operacional Braspress (CAOB) e atende à região central de São Paulo, com foco em percursos curtos. São realizadas, diariamente, cerca de 760 coletas, 450 entregas e mais de 300 recebimentos.

Participaram da cerimônia os diretores Milton Petri (vice-presidente), Luiz Carlos Lopes (Operações) e Urubatan Junior (Frota), além de gerentes das áreas de Operações e Frota da companhia.

Fonte: Transporte Moderno

Empresas de transporte de cargas ganham apoio da NTC&Logística e Domani Global para atender à nova legislação climática

Notícias 29 de outubro de 2025

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) firmou uma parceria estratégica com a Domani Global, empresa especializada em soluções ESG e gestão de emissões, com o objetivo de apoiar as transportadoras brasileiras na adequação às novas exigências ambientais previstas na Lei nº 14.948/2024.

A legislação criou o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), que obriga empresas que emitem acima de 10 mil toneladas de CO2 equivalente (CO2e) por ano a reportarem suas emissões de gases de efeito estufa. Já as que ultrapassam 25 mil toneladas anuais devem apresentar também um plano de mitigação e compensação, alinhado aos compromissos climáticos nacionais.

Segundo levantamento da PwC Brasil (2024), 62% das grandes empresas brasileiras já adotam práticas ESG estruturadas, e o movimento se estende agora para empresas de médio e pequeno porte, impulsionado por exigências legais, pressão de mercado e compromissos com cadeias de suprimento mais sustentáveis.

Neste contexto, a parceria entre NTC&Logística e Domani Global visa facilitar o acesso das empresas do setor de transporte a soluções completas, acessíveis e adaptadas ao seu porte e nível de maturidade em sustentabilidade.

Serviços disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística

  • Inventário de Emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa)
    Realizado nos escopos 1, 2 e 3, de acordo com normas internacionais e exigências da legislação brasileira.
  • Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
    Plataforma digital e intuitiva para gestão ESG, monitoramento mensal e geração automática de relatórios.
  • Diagnóstico ESG personalizado
    Avaliação estratégica para identificação de pontos críticos, oportunidades de melhoria e adequação às exigências regulatórias.
  • Plano de Descarbonização
    Desenvolvimento de estratégias para redução e compensação de emissões, com metas realistas e acompanhamento técnico.
  • Treinamentos e Capacitações
    Cursos voltados a equipes técnicas e comerciais, com certificação, para aplicação de boas práticas de sustentabilidade no transporte.
  • Certificação e Selo Carbono Neutro
    Empresas que realizarem compensações por meio da Domani poderão receber o Selo, conferindo visibilidade e posicionamento no mercado.
  • Atendimento personalizado com especialistas no setor
    Equipe técnica com conhecimento específico do Transporte Rodoviário de Cargas, facilitando a implementação das soluções.

Além disso, a estrutura dos pacotes foi elaborada para atender empresas de todos os tamanhos – de micro e pequenas transportadoras até grandes operadores logísticos –, com valores reduzidos e condições especiais para associadas da NTC&Logística, utilizando o código de desconto NTC15.

Serviço

Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas

E-mail: contato@domani.global

Telefone/WhatsApp: +55 11 99559-8402

Site: www.domani.global

Redes sociais: LinkedIn, Instagram e outras plataformas oficiais

Código de desconto para associados da NTC&Logística: NTC15

Fonte: NTC&Logística 

Descubra quem precisa realizar exame toxicológico e como é feito

Notícias 29 de outubro de 2025

O exame toxicológico é exigido desde 2015, para todo o motorista que mantém ou pretende obter a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) nas categorias: C, D ou E.

É um procedimento que só pode ser realizado em laboratórios credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

Para sua realização é coletada uma pequena amostra de cabelos ou pelos. Isso porque, quando há o uso de substâncias tóxicas, ela é absorvida e fica armazenada na queratina presente nos fios do corpo.

O que a atualização do CTB muda no exame toxicológico?

Na atualização do CTB, o exame toxicológico continua a ser obrigatório aos motoristas com até 69 anos e a multa para quem tiver com ele vencido há mais de 30 dias é de R$1.467,35, aplicando-se esta penalidade também com relação aos exames toxicológicos periódicos, que devem ser realizados a cada 2 anos e 6 meses.

O resultado, tanto positivo ou negativo, será inserido no RENACH (Registro Nacional de Condutores Habilitados) – pelo laboratório credenciado, em que o condutor realizou o exame, e será por este meio que, a fiscalização irá verificar se o condutor incorreu ou não, nas penalidades previstas.

De quem é a responsabilidade do Exame Toxicológico?

A manutenção da CNH é um requisito profissional. Sem ela não dá para o profissional condutor exercer a atividade de motorista, portanto o Exame Toxicológico feito para a renovação da CNH ou o que precisa ser realizado a cada 2 anos em 6 meses (periódico) – é dever do condutor.

Já nos processos de admissão, demissão e realização do exame periódico de motoristas profissionais são de responsabilidade das empresas.

Minha empresa precisa de um laboratório para a realização do exame, como faço?

Com isso o SETCESP pode ajudar! A entidade possui uma parceria com a rede Caeptox e oferece o melhor custo benefício do mercado para as transportadoras. Além de credenciado pelo Denatran para reportar as informações, as análises da rede também são válidas para o registro no CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

A rede Caeptox também possui mais de 2.000 mil postos de atendimento para a coleta e o resultado sai em dois dias úteis após a coleta.

Entre em contato e solicite já seu exame toxicológico pelo (11) 2632-1044. Clique e confira os valores.

Ministério dos Transportes propõe curso teórico da CNH ainda no ensino médio

Notícias 29 de outubro de 2025

Certificado poderá ser aproveitado no processo de habilitação, reduzindo custos e etapas

s aulas teóricas de direção podem ganhar um novo endereço. Com a proposta do Ministério dos Transportes, de facilitar o acesso à carteira de habilitação, o curso teórico para obtenção do documento poderá ser oferecido ainda no ensino médio, dentro das escolas, como atividade extracurricular.

O objetivo é aproximar a educação para o trânsito do ambiente escolar, permitindo que os jovens concluam parte das etapas obrigatórias antes mesmo de completar 18 anos.

Além das escolas, o curso teórico também poderá ser oferecido pelas Escolas Públicas de Trânsito (EPTs), pelas autoescolas e por meio da plataforma digital disponibilizada pelo Ministério dos Transportes, ampliando o alcance e a democratização do aprendizado.

Do ensino médio à primeira habilitação

De acordo com o projeto, escolas públicas e privadas poderão se credenciar junto aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) para oferecer o curso teórico com base no conteúdo definido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). As aulas serão ministradas por instrutores de trânsito ou por professores da própria instituição, desde que capacitados conforme as regras da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

Os estudantes que tiverem frequência mínima de 75% e forem aprovados receberão um certificado de participação válido nacionalmente. Esse certificado será registrado no Renach (Registro Nacional de Condutores) e poderá ser aproveitado futuramente no processo de habilitação, reduzindo custos e etapas.

Cidadania e inclusão

Atualmente, 51% dos jovens entre 18 e 24 anos ainda não dirigem e não possuem CNH. Mais do que facilitar o acesso à habilitação, a proposta tem um forte viés educativo e social: ao levar o tema para a sala de aula, o Ministério dos Transportes busca formar jovens mais conscientes, empáticos e preparados para o trânsito, estimulando uma nova cultura de respeito e segurança nas vias.

O modelo também favorece a inclusão, ao permitir que escolas públicas ofereçam o curso teórico gratuitamente, abrindo oportunidades para milhares de jovens que sonham em conquistar a primeira habilitação.

A minuta de Resolução que trata da CNH acessível está disponível nas plataformas Participa + Brasil e Brasil Participativo. Toda a sociedade está convidada a enviar sugestões até o dia 2 de novembro e contribuir para a construção de um modelo de formação de condutores mais moderno e democrático.



FONTE: Ministério dos Transportes/ FOTO: Ministério dos Transportes

Transmissão exclusiva da NTC&Logística orienta associados sobre a fiscalização eletrônica da ANTT e o Piso Mínimo de Frete

Notícias 29 de outubro de 2025

A NTC&Logística realizou, no dia 28 de outubro de 2025, uma transmissão exclusiva para associados, com o tema “Fiscalização Eletrônica da ANTT e Piso Mínimo de Frete: o que o transportador precisa saber agora”. O evento reuniu mais de duas horas de conteúdo técnico e institucional, com explicações atualizadas sobre as exigências da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas e os impactos da intensificação da fiscalização eletrônica no setor.

O encontro contou com a participação do presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi; do diretor jurídico, Dr. Marcos Aurélio Ribeiro; da assessora jurídica, Dra. Gil Menezes, e do assessor técnico do DECOPE, engo Lauro Valdivia, sob a mediação de Rodrigo Bernardino, assessor de Comunicação e Imprensa da entidade.

Na abertura da transmissão, o presidente Eduardo Rebuzzi salientou a representatividade e a responsabilidade institucional da NTC&Logística nas pautas que envolvem o setor. Ele destacou o trabalho da entidade no acompanhamento das demandas e desafios do transporte no Brasil, acrescentando que a efetiva participação das empresas associadas é fundamental para fortalecer ainda mais essa atuação, ampliando a capacidade da NTC&Logística de defender e apoiar o setor.

Sobre o tema da transmissão, Rebuzzi afirmou: “Todos sabemos que o mercado é altamente competitivo e, por isso, precisamos estar atentos aos impactos regulatórios e operacionais que influenciam diretamente nossa atuação. É fundamental que as transportadoras estejam preparadas para cumprir aquilo que está em vigor e ajustar continuamente as suas operações e áreas comerciais para garantir segurança e competitividade.”

Em seguida, Dr. Marcos Aurélio Ribeiro apresentou o histórico da legislação e o cenário atual do processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (ADI 5956). O diretor jurídico também explicou a diferença entre multas administrativas aplicadas pela ANTT e indenização prevista em lei, destacando os direitos do transportador e o processo adequado de defesa em caso de autuação.

Coube à assessora jurídica, Dra. Gil Menezes, a explanação das principais penalidades e condutas que podem gerar infração, acentuando a necessidade de compliance documental, já que as verificações realizadas pela ANTT, hoje, utilizam o cruzamento de dados eletrônicos do MDF-e e do CIOT. Ela assegurou que muitas controvérsias já estão sendo tratadas diretamente pela NTC&Logística junto à Agência, para trazer mais clareza às empresas que operam corretamente.

Na parte técnica, Lauro Valdivia elucidou de forma prática quando o piso mínimo se aplica e quem é responsável pela sua observância, abordando cenários reais que geram dúvidas nas transportadoras. Valdivia explicou, ainda, situações em que não há enquadramento, como operações específicas ou diferentes tipos de contratação, chamando atenção para cuidados essenciais na operação e no relacionamento com embarcadores e subcontratados.

A interação dos associados foi dinâmica no decorrer do encontro, com respostas ao vivo e diálogo constante. As questões adicionais enviadas pelos participantes continuarão sendo tratadas diretamente pelas áreas técnica e jurídica da entidade, garantindo que todos recebam orientação adequada.

Rebuzzi ratificou que a NTC&Logística seguirá atuando fortemente junto aos órgãos governamentais e às entidades do setor, contribuindo para avanços regulatórios que garantam maior segurança jurídica e competitividade às empresas de transporte. O presidente também lembrou que a aproximação com os associados tem sido prioridade constante da entidade: “Seguiremos trabalhando de maneira integrada, com nosso departamento técnico, jurídico e nossos parceiros institucionais, sempre atentos às necessidades do TRC. Esta transmissão foi mais uma oportunidade de estar perto de vocês, ouvindo demandas reais e contribuindo com orientações que fazem diferença na prática das empresas. Esse movimento será contínuo, porque é assim que a NTC&Logística se fortalece e fortalece o setor”.

A gravação da transmissão ficará disponível na área exclusiva do associado, mediante login no portal da NTC&Logística. Além disso, está aberta a pesquisa de satisfação, para que os associados contribuam com sugestões e indiquem temas prioritários para novos encontros técnicos ligados às necessidades reais do Transporte Rodoviário de Cargas.

Pesquisa de satisfação: https://forms.gle/UtcCL9jveQ67okmt9

A NTC&Logística reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do transporte nacional e seguirá ampliando iniciativas de aproximação cada vez maior entre a entidade e as empresas associadas, oferecendo orientação técnica, segurança jurídica e representação institucional.

Fonte: NTC&Logística

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